Tendência sem make


É só dar uma boa navegada pelo YouTube que logo você descobre uma forte tendência: a cara lavada, com pouca ou nenhuma maquiagem.
Particularmente, sempre gostei de make, mas nunca me aperfeiçoei, sabe? Acho bonito, uso o básico (rímel, corretivo e batom – às vezes um blush) e fica por isso mesmo. Mas nem sempre foi assim. Houve uma época em que eu simplesmente não conseguia sair de casa sem estar maquiada, me achava feia sem alguns retoques e era estranho ver mulheres que não utilizavam o famoso “reboco”.
A tendência da cara lavada veio pra quebrar esse paradigma de que a mulher deve ser perfeita e estar sempre impecável. Sem maquiagem mostramos uma realidade mais crua – que não deixa de ser linda.
Acho importante aderir pelo menos naquele domingo que você vai ficar em casa sozinha. Assim como a make empodera, a falta dela também o faz.

O que mais vale de todas essas tendências, que vêm e vão, são as pessoas. Valorize o que tem de bom e siga em frente – maquiada ou não.


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Beijos,

            Duane.

Resenha: Histórias de Ninar Para Garotas Rebeldes

Autoras: Elena Favilli e Francesca Cavallo | Páginas: 220 | Editora: V&R
Quem acompanha o blog sabe que já fazia algum tempo que o livro Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes estava na minha wishlist. Grazadeus consegui comprar e hoje vim fazer resenha dele :)
Histórias de Ninar Para Garotas Rebeldes contém 100 biografias de mulheres que foram importantes para a história do feminismo, que mudaram a nossa vida mesmo que a gente não saiba, num formato de conto de fadas, que podem (e devem) ser lidos para crianças. E de quebra tem ilustrações lindas! Vai, diz aí, é ou não é incrível?


A primeira coisa que logo chama a atenção de quem pega esse livro é a edição. Capa dura, folhas grossinhas, marcador de página, fonte grande, cores vibrantes e claro, ilustras sensacionais – cada uma delas feita por uma ilustradora diferente, o que só acrescenta mais beleza à obra. Sério, é de tirar o fôlego!


Assim que comecei a leitura, me vi imersa em várias histórias de mulheres fortes, guerreiras, talentosas, que conquistaram coisas importantes mesmo contra tudo e todos. Chega a ser emocionante perceber como a cultura e a época influenciam na vida de quem é do sexo feminino.
Outro ponto positivo: Histórias de Ninar Para Garotas Rebeldes conta com a história de duas brasileiras, sendo elas Cora Coralina e Maya Gabeira. Achei isso maravilhoso, me senti representada <3

Foi muito legal perceber a diversidade de mulheres incríveis que existiram/existem no mundo, sejam elas imperatrizes, atletas, escritoras ou qualquer outra coisa. Porque as mulheres podem tudo, apesar de tudo. Vale muito a pena deixar esse livro na cabeceira da cama pra ler naqueles momentos em que as coisas parecem estar dando errado. O aumento de autoconfiança é certo, prometo.
A única coisa que deixa a gente um pouco desanimada pra adquirir essa obra-prima é o preço: ele varia entre R$80,90 (Saraiva) e R$58,90 (Amazon e Cultura). Mas calma! Você pode usar o Cupom Válido, um site que fornece cupons de desconto pra diversas lojas. É só buscar a loja, copiar o código e inserir na hora de finalizar a compra. Não precisa de cadastro e é de graça. Funciona de verdade, viu? Eu mesma usei pra comprar esse livro. Sempre utilizo o Cupom Válido pra fazer compras na internet, afinal, sou a rainha da pechincha.


E aí, ficou com vontade de ler Histórias de Ninar Para Garotas Rebeldes? Já conhecia o Cupom Válido?
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Beijos,
            Duane.


5 lições que aprendi com Friends


Não é segredo pra ninguém que a minha série favorita da vida é Friends. Sério, como não amar? Então, já que amo tudo que envolve a sitcom, decidi reunir 5 coisas que aprendi com ela. Vai que te motivo a assistir também, né? ;)

1. Ser honesto e dizer o que sente é importante. Comunicação é a base de todos os relacionamentos (sejam eles amorosos ou não).


2. Buscar sua independência é complicado, mas vale a pena.


3. Você não precisa ter tudo planejado o tempo todo. Na maioria das vezes as coisas se ajeitam e fica tudo bem.


4. Envelhecer não é o fim do mundo. Aliás, conforme os anos passam a gente vai ficando melhor.


5. Namorados e namoradas vem e vão, mas os amigos ficam.


Me conta, qual é a sua série favorita? Você gosta de Friends?
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          Duane.

Vontade de ser diferente


Desde de pequena eu tinha uma vontade imensa de ser diferente. Pra mim, o padrão era simplesmente... chato. Do que adianta ser do jeito x se todo mundo também é? Não via graça nisso. Bom mesmo era ser diferentona, daquelas que de longe dá pra saber de quem se trata.
Essa vontade se estendia em todos os campos da minha vida: de crushes à roupas, queria sempre o diferente. Moda? Não queria nem ouvir falar dela, porque pra mim era um jeito escroto de ganhar dinheiro e robotizar pessoas. Meu tênis de lantejoulas era muito mais legal do que isso.
Cresci. Meus pensamentos mudaram, mas nem tanto. Continuo gostando muito mais do diferente, ele nunca perdeu seu ar de magia. Só que, de repente, me bateu uma coisa: mais uma vez, agi por motivos errados.
Pensa comigo: por que essa vontade toda de ser diferente? Hoje vejo de maneira muito clara que o motivo principal era a aprovação externa. No fim das contas, eu acreditava que ser diferente chamaria muito mais atenção do que ser comum. Errei feio.
O comum existe justamente para a aprovação. Quando você é diferente, o estranhamento é geral. E olha que nem sou tão diferente assim, viu? Sou até bem normalzinha. Como diria Taylor Rainha Swift, “sou apenas uma garota tentando encontrar um lugar neste mundo”.
Sigo sendo diferente e igual ao mesmo tempo. Aprendi que nada vale mais a pena do que agradar a mim mesma. 
Se hoje meus dois artistas preferidos são Taylor Swift (incluindo a era country <3) e The Doors, se amo elástico de pompom candy color, se gosto do que é mais difícil, é porque percebi que essas coisas fazem parte de mim. E tudo bem se só eu gostar disso. Acredite em mim, essa é uma lição valiosa.

E você, gosta do que é diferente?
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Beijos,

            Duane.

O que é body positive

Créditos da foto: All Woman Project
Já faz algum tempo que conheci o movimento body positive e senti vontade de compartilhar por aqui, explicar o que é. Mas acontece que eu me sentia insegura pelos seguintes motivos:
1. Não saber tudo o que deveria e acabar informando algo errado.
2. Explicar de um jeito que ficasse estranho e no fim das contas mais confundir do que esclarecer.
Então, gostaria de deixar bem claro antes de começar que não sou dona da verdade e com certeza ainda há muito a ser dito, mas vou tentar mostrar o Body Positive de um jeito simples e bacanudo pra todo mundo viver mais feliz.
Basicamente, o Body Positive é um movimento que afirma que todos os corpos são bons. Sim, você entendeu direito, TODOS OS CORPOS SÃO BONS. Corpos de todos os tamanhos, formas, cores, idades, etc. Ser uma pessoa body positive é se amar do jeito que é, sabendo que gorda não é xingamento (nem sinônimo de doença), que chamar alguém de graveto não é bacana e que mesmo com celulite você continua muito bem, obrigada.
Créditos da ilustra: @tylerfeder
O Body Positive foi fundado por Connie Sobczak e Elizabeth Scott em 1996. Elas perceberam o quanto a falta de representatividade na mídia e a pressão diária pelo corpo “ideal” podem ser fatais na vida das pessoas e decidiram mudar esse cenário. Lá no site oficial da organização dá pra acessar a definição oficial do movimento, que é a seguinte:
“O Body Positive ensina as pessoas a se reconectar com sua sabedoria corporal inata para que elas possam ter um autocuidado mais equilibrado e alegre, além de um relacionamento com todo o seu ser guiado pelo amor, perdão e humor”.
Ou seja: ame seu corpinho do jeito que é, se cuide por você e não pelo outros, e acima de tudo, deixe de lado essa sensação de culpa e ria de si mesma. Maravilhoso, né?


É claro que falar é fácil, fazer é o difícil. Mas gostar da proposta do Body Positive já é um começo, e abre espaço para que o primeiro passo para o caminho do amor-próprio seja dado.
Recadinho muito importante: como todos os corpos são bacanas, não vale colocar o outro pra baixo pra se promover ou tentar animar outra pessoa. Quer um exemplo que escuto direto? “Para de se achar feia, queria ver se você fosse que nem a fulana”. Não entendo como não percebem o quanto uma afirmação desse tipo é errada.


Também vale ressaltar que o body positive não é opressor. É muito comum ver por aí dois opostos: pessoas magras, ratas de academia, e pessoas gordas, que refutam o padrão de beleza imposto pela sociedade. Não ache que somente mulheres (e homens também!) com IMC “ideal” ou gordas empoderadas fazem parte dessa ideia. Body Positive é sobre se amar acima de tudo, o que consequentemente te faz amar as outras pessoas e construir uma sociedade melhor.

Como já disse no início do post, não sou nenhuma especialista em Body Positive, então acredito que vai ser interessante buscar quem manja do assunto pra que você tenha mais informações sobre (super indico esse vídeo do Alexandrismos).

E você, já conhecia o Body Positive? O que acha desse movimento?
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Beijos,
          Duane.
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