Precisamos conversar sobre isso

20/11/2017

Oi pra você que lê esse blog. Tudo bem? Vem cá, tenho algumas coisas pra te dizer.
Escrever é uma das coisas que mais amo na vida. É quase como se eu precisasse escrever pra me sentir viva, pra sentir que estou fazendo algo de bom, no qual sou realmente boa. É muito mais do que um hobby, acaba transcendendo isso.
Gosto tanto de escrever que acabei criando o Claramente Insana, inicialmente chamado (Im)perfeitas, com duas conhecidas. Achei que seria necessário ter a ajuda de outras pessoas, já que antigamente tive um blog literário e não dei conta de mantê-lo.
Esse blog carrega uma parte de mim, uma história contada em dois anos. Meu crescimento, meu processo de empoderamento, alegrias, tristezas, descobertas. Tudo, de uma forma ou de outra, foi registrado por aqui. E isso é incrível.
pensei diversas vezes em desistir. Já me fizeram querer parar com tudo, esquecer tudo que construí até agora. Mas eu não agi e não pretendo agir dessa maneira. Sabe por quê? Por minha e por sua causa, leitor(a).
Não posso simplesmente desistir desse (se prepara porque vem aí uma expressão mega brega e clichêzona) pedaço de sonho que virou realidade. Investi tempo, dinheiro e energia com esse espaço. Ele é parte de mim. O que eu não esperava é que ele fosse se tornar parte de outras pessoas também.
Tem gente que entra todo dia no blog pra ver se tem post novo. Já recebi mensagens lindas de pessoas maravilhosas que se inspiram na minha maneira de encarar a vida. Sério, fico emocionada com essas situações! Elas superam tudo que imaginei e projetei pro Claramente Insana.
Só que ao mesmo tempo em que me sinto felizassa por esse retorno incrível, vem uma sensação de sufocamento bizarra. Como pode, algo que amo tanto acabar se tornando um fardo? Sinto até vergonha quando penso nisso. Mas é verdade.
Vou contar um segredinho meio óbvio: não é fácil. O blog chegou num ponto onde devo decidir se ele continua sendo apenas um passatempo ou se tem potencial para ser uma plataforma profissional. Como boa libriana que sou, não estou conseguindo fazer essa escolha sem analisar todos os prós e contras de cada lado – o que me atrasa bastante. Além disso, venho me sentindo sobrecarregada. Todos nós temos problemas pessoais, e acredito que no meu caso eles chegaram num ponto onde afetou o conteúdo que posto por aqui. Comecei a relaxar e me odiei por isso – e ódio nunca é bom.
Por esses e outros motivos decidi que vou dar uma pausa. Preciso respirar, gente. Preciso focar 100% em mim e nas pessoas que amo. É o fim de vários ciclos, o que traz o início de outros. Não se preocupe: não vou abandonar esse cantinho. Volto no fim de janeiro com a mente fresca, novas ideias, novos conteúdos e o mesmo jeitinho insano de ser.
Espero que você entenda. Muito obrigada por fazer parte dessa família <3
Beijos,
            Duane.
PS: Nos vemos em janeiro, coloca um lembrete, ok? ;)


logoblog

Reputation, o que dizer desse álbum?

13/11/2017

... que me deixou reputada e impactada?
Não é segredo pra ninguém que sou fã da Taylor Swift. Seu hiato de três anos estava me deixando desesperada. Por isso, quando em agosto ela deu as caras e anunciou que a old Taylor estava morta, fiquei super ansiosa, esperando com toda a paciência que me restava o lançamento de Reputation, seu novo álbum. Quinze minutos após seu vazamento, no dia 09, lá estava eu, devorando todas as faixas. Agora, como já era de se esperar, vim contar qual opinião formei.
A primeira coisa que pensei após ouvir Reputation pela primeira vez foi “hmmmm”. Não consegui dizer se gostei ou não. Achei pesado, agressivo e repetitivo demais. Mas não me deixei levar por essa primeira impressão. Sabe por quê? Porque sou uma country fan, e todo álbum novo da Taylor me deixa ressabiada na primeira ouvida. Como já me conheço, ouvi de novo, li algumas críticas e participei de debates em grupos de fãs. E foi aí, depois de algumas análises, que Reputation me conquistou.
Antes de qualquer coisa, você precisa saber que há um conceito envolvido no esquema. Repare bem na capa do álbum. Veja que o rosto da cantora está dividido. Uma parte está limpa, enquanto a outra está repleta de manchetes de jornal. Fora a choker, uma corrente que aperta e sufoca – assim como a reputação dela.
Com o álbum não é diferente: ele gradualmente e cronologicamente vai se dividindo em dois, entre a Taylor retratada pela mídia e aquela que ninguém além de sua família, namorado e amigos conhecem, a verdadeira Taylor.
Começamos com ... Ready For It? Aqui já percebemos o tom do Reputation. Ele instiga, afronta, zomba de tudo e todos. É um pop mais sujo, dark, com uma Taylor mostrando que certas coisas não dizem respeito a mais ninguém além dela, mas que se ela quiser compartilhar, problema dela e do boy, então é melhor a gente se preparar, porque os jogos vão começar.
Em seguida, temos End Game, com a já especulada e muito aguardada nova parceria com Ed Sheeran. A letra fala sobre amor e, tcharãm, reputação, sobre como ela entendeu e aceitou que rumores e inverdades (misturadas com verdades, paranoias e inseguranças) sempre a seguirão.

Na terceira faixa, chamada I Did Something Bad, Taylor finalmente comenta sobre sua vida amorosa de forma fria e “malvada”. Coloco essa palavra entre aspas porque, como a própria cantora dá a entender, o que ela fez não é exatamente do mal. Poxa, ela é apenas uma mulher que prioriza o bem-estar!
Chegamos a Don’t Blame Me, que novamente soa como uma reflexão sobre sua conduta de “louca por amor”, junto a satisfação de ter encontrado alguém que a deixa tão alta quanto drogas. Sim, Swift compara o efeito da paixão com drogas. Uau. Chocante (por favor, sinta a ironia em minhas palavras).
Delicate, a quinta canção, é tão fofa e adulta ao mesmo tempo que chega a doer de tão boa. O tema? O quão complicado é o início de uma relação, quando você fica insegura, pensando se deve ou não agir de determinada maneira (se já é difícil pra gente, imagina pra ela, com a imprensa mundial tacando pau). Aqui começa a se diluir a mistura entre a Taylor da mídia e a Taylor real oficial.
A música número 6 dispensa apresentações. Look What You Made Me Do explica muito bem um pouco do que Taylor sentiu com toda aquela história de “eu vou expor ela na internet”.
A partir de So It Goes, faixa 7, percebemos uma Taylor nua e crua, humana, que não é uma bad girl, mas faz bad things de vez em quando (quem nunca, não é mesmo?). Pausa para a maravilha que ocorre nos 2:53 (honestamente, quem está contando?).
Gourgeus, a mais odiada pelos fãs, é muito amada por mim (e pelos críticos). Ok, a letra é bobinha, leve e relativamente mais fraca do que todas as outras do álbum, mas tenho a impressão de que era exatamente esse o lance. Nem tudo tem que ser levado tão a sério. Mesmo quando a situação está caótica, a gente pode, e deve, focar no momento e no quão divertido pode ser apenas admirar como é gato o carinha que a gente acabou de conhecer.
Ok, precisamos falar sobre Getaway Car. A música fala sobre começar um relacionamento pra terminar outro e no fim das contas perceber que na verdade queria ficar sozinha. Mais real impossível.
Não se deixe enganar pelo título. King Of My Heart, apesar do nome, não é sobre príncipes encantados. É sobre o encantamento de estar em um relacionamento simples, que simplesmente flui, depois de muita turbulência.
Alô Taylor, caso você esteja lendo esse post, me faz um favor e torna Dancing With Our Hands With Our Hands Tied um single, porque vai ser merecido, tá? Ô música boa! Pra você que ficou curioso pra saber o porquê desse meu amor todo, toma essas razões: influências do pop dos anos 2000 e letra que mostra vulnerabilidade junto à resistência.
Se prepara porque esse é o momento! Em Dress, Taylor joga a toalha e fala (de um jeito muito classudo) sobre sexo. Oi, New Taylor, tudo bom? Gostei da ousadia, pode continuar porque aprovamos.
Você quer deboche, @? Então This Is Why We Can’t Have Nice Things é pra você. Obviamente ela é sobre toda a treta que ocorreu com Kim Kardashian e Kanye West. Só que, diferente de Look What You Made Me Do, aqui a Tay não está mais brava. Ela simplesmente está cagando e andando, rindo da cara dos haters.
Se fosse pra escolher uma favorita, seria Call It What You Want. Estou em um relacionamento sério com esse ritmo (não é lento demais nem rápido demais) e com essa letra (fofa sem ser melosa).
Pra fechar, New Year’s Day, que eu não gostei de cara, mas já estou achando um amorzinho. Ela nada mais é do que é uma exaltação aos relacionamentos que sobrevivem aos momentos ruins/às pessoas que te amam e que apesar de tudo estão sempre lá, seja pra celebrar ou pra ajudar a limpar a bagunça <3
Considerações finais: Reputation é diferente de tudo que Taylor Swift havia feito até agora, mas ainda assim é a cara dela. A sensação que fica após ouvir todas as faixas é a de que está tudo muito bem amarrado e que, assim como ela, a gente também pode dar a volta por cima, mesmo após situações terríveis. Com esse álbum, percebemos que somos humanos, erramos, ninguém é perfeito. E que está tudo bem sentir raiva, chorar, sentir que nada vai ser como antes. Porque sempre haverá uma reputação. Sempre irão nos julgar. Mas quer saber? Não faz mal. Não precisamos nos explicar. A única coisa a ser feita é viver.
E aí, já ouviu o novo álbum da Taylor? Infelizmente ele ainda não está disponível nas plataformas de streaming, mas logo, logo, chega. Por enquanto, dá pra comprar pelo iTunes (ou, se você for v1d4 l0k4, pode baixar no Hits e Beats da vida – mas cuidado pra não receber o boleto, hem? – que foi? Fã também zoa, gente).
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Beijos,
           Duane.
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Um recado

01/11/2017

Quanto mais o tempo passa, mais eu percebo o quão fácil é acumular frustrações. Sejam elas profissionais, pessoais ou amorosas, não importa: fato é que elas incomodam horrores.
Mais fácil do que se frustrar é só descontar a raiva causada por esse sentimento em outra(s) pessoa(s). Daí, magoar quem corre do seu lado acaba ficando inevitável e, adivinha, cotidiano.
Aos poucos, perde-se o respeito, a empatia. E tudo parece sem vida, insosso. Difícil, né?
Entendo que nem sempre o mal é feito por mal. Mas é feito. E machuca. Cada atitude tem uma consequência, quer a gente queira ou não.
Ninguém é obrigado a pensar igual, a concordar, a dar as mãos e apoiar algo. Só que o mínimo do ser humano é amar ao próximo como a ti mesmo, ou seja, RESPEITAR.
Porque todo mundo merece se sentir em casa. Seja no próprio corpo, na própria casa, na própria vida.
Respeite. Você nunca sabe o que o outro está passando. Ninguém é perfeito (nem você).
Beijos,

            Duane.
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Favoritos Outubro 2017

30/10/2017

Fim de mês pede o quê? Isso mesmo! Favoritos <3 Vem ver o que mais curti em outubro :)

Beleza
Corretivo em bastão Bitarra
Não tirei foto e não encontrei nenhuma decente nessa internet de meu Deus, mas prometo atualizar esse post assim que puder. Fato é que apesar da galera tripudiar os corretivos em bastão, eu amo e recentemente encontrei um que se deu muito bem com a minha pele. Vou fazer resenha, viu?

Música

... Ready For It? (Taylor Swift)


Ok, posso estar me adiantando um pouco aqui, mas acho que a era Reputation vai ser visual! Estou apostando que a Taylor vai lançar clipe da maioria dos singles desse novo álbum. O dessa música ficou bapho. Confesso que de início não entendi muito bem as referências, mas depois de algumas pesquisas, tudo fez sentido.
Posts

Já parou pra pensar no quanto algumas expressões que a gente usa são preconceituosas e carregam uma carga muito negativa? Pois bem, nesse post a Amanda mostrou o verdadeiro significado de algumas coisas que são faladas no dia-a-dia e olha, vale a pena dar uma conferida.

Outubro foi o mês em que o Buzzfeed virou meu site favorito dos momentos em que tenho que esperar por algo. Foram vários testes e postagens incríveis, mas esse realmente ganhou meu coração.

Créditos: Eric Alves
Estou noiva? Não. Tenho namorado? Não. Algum crush em vista? Não. Mas AMO os posts da Marcelle, especialmente os de comportamento, então acabei adorando esses conselhos de amiga que ela deu.

Séries
Supernatural
Após organizar o meu Bullet Journal, percebi que algumas séries que adoro foram deixadas de lado com o tempo. Uma delas é Supernatural, que eu parei de assistir na 7ª temporada. Como já estamos na 13ª(!), achei válido recomeçar a assistir. Tô curtindo bastante! Nem imaginava que estava com saudades dos irmãos Winchester.

Bojack Horseman
Outra série que adoro e recomecei nesse mês. Ótima pra assistir e desanuviar a cabeça.
Vídeos

A crise dos 25 anos (Giovana Ferrarezzi)


Ok. Não concordo com muita coisa que a Giovana fala, mas me identifico com alguns trejeitos dela e a postura dela em relação aos relacionamentos é IGUAL a minha. Nesse vídeo ela conta algumas coisas que mudaram quando completou 25 anos. Tenho 21 mas me senti representada.

5 coisas que eu compro muito (Marieli Mallmann)


Quando a gente começa a seguir alguns conceitos minimalistas, surpreendentemente passamos a comprar mais algumas coisas. A Marieli listou algumas aqui.

Tours pelo #JardimNoCimento (Karol Pinheiro)


Finalmente a Karol abriu as portas do seu apê pra gente <3 Acompanhei tudo, desde a compra até a reforma, e está sendo incrível assistir os tours.

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           Duane.
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Playlist Outubro 2017

27/10/2017

Chegamos ao fim do mês de outubro, o que nos leva a playlist outubro/2017. Desde que comecei a usar o Spotify, passei a conhecer músicas mais legais e diferentonas, o que variou bastante o que escuto. Percebi que isso ficou bem claro nessa playlist do mês. Vem ver o/

Leia também: Playlist Setembro/2017


1. Rearrange (Ella Vos)

Já contei pro aqui -inserir link do post sobre ella vos- que de uns tempos pra cá venho ouvindo bastante a Ella Vos, uma artista que faz um pop muito gostosinho. Essa é a nova música dela e segue o mesmo estilo (que considero bem único), com letra provocante (mas não no sentido sexual – na verdade é provocante no sentido de provocar sentimentos enquanto a música toca) e instrumental que anima e acalma. Só ouvindo pra entender.

2. Dear Hate (Maren Morris ft. Vince Gill)
Só eu que sentia falta de uma música que representasse o momento atual do mundo ao mesmo tempo em que passasse uma vibe positiva? Pois é, ainda acho que mais artistas deveriam usar sua influência e seu talento para isso, mas essa música já é um ótimo começo. Sério, é linda demais, emocionante sem ser piegas. Gostei muito.

3.  So much more than this (Grace VanderWaal)
Gente, quando vi essa garota no Spotify, fiquei tipo “meldels, o tempo está VOANDO”. Porque pra mim ela ainda era uma criança! Mas não :O ela já é uma adolescente, com músicas maravilhosas. A mais nova é a que está aqui, com uma mensagem incrível e, claro, mostrando a extensão vocal inacreditável da cantora.

4. Thinkin’ (Miley Cyrus)
Anota aí: esse vai ser o próximo single/hit da Miley. A música fala sobre aquele relacionamento que a gente sabe que não vai dar bom, já que a outra pessoa faz a gente ficar desconfiada. O ritmo traz um pouco de rock mas puxa pro pop. Como não amar?

5. Younger Now (Miley Cyrus)
Sim, vamos ter dobradinha de Miley nessa playlist, monamore! Essa é a faixa-título do novo álbum que, na minha opinião, está babadeiro. A referência country é enorme (AMO) e a letra... ai que letra – traduz muito bem os diversos sentimentos que temos ao perceber que amadurecer é difícil, mas recompensador. Sinto uma paz inexplicável toda vez que ouço <3

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