Playlist: Janeiro/2018

29/01/2018

Janeiro geralmente é um mês de férias pra quase todo mundo. Isso com certeza se refletiu na minha playlist do mês. Quer ver?



I - Tipo Crazy (Ludmilla ft. Jeremih)
Começamos com uma escolha beeem improvável. Não sei o que aconteceu. Só sei que do nada ela grudou na minha mente e simplesmente teve que entrar na minha listinha das mais ouvidas.
II – Nosso amor foi um GIF (Biltre)
Nunca uma música definiu tão bem minha vida amorosa. Apenas. Descobri aleatoriamente no Deezer e fiquei encantada por essa banda! Tem uma pegada meio antiguinha, com letras divertidas. Vale o play.
III – Não (Clau)
Outra que descobri no Deezer e caiu no meu gosto. A letra é extremamente empoderadora e a batida, meio sombria, define muito bem a luta que é ser mulher.
IV – Menina de ouro (Clau)
Vai ter dobradinha da Clau, sim! Essa tem um estilo mais afrontoso, um rap meio pop, uma composição que dá vontade de sair gritando por aí – só ouvindo pra entender.
V – Cheguei pra te amar (Ivete Sangalo ft. Mc Livinho)
Sabe aquela música perfeita pra dar umup quando você está com preguiça pra fazer coisas de adulto, tipo faxina? Então. É essa! Sério, não subestime a capacidade da rainha Ivete. Inclusive, acho que essa é a primeiríssima música de reaggaeton a me conquistar pra valer. Pois é.
VI – Your Ghost (Axel Flovent)
Mudando da água pro vinho, temos aqui a música perfeita pra uma roadtrip. É melancólica e animada ao mesmo tempo (ao meu ver, a combinação perfeita).
VII – Pain (The War on Drugs)
Tá precisando se acalmar, ficar de boas? Escuta essa música! Ela é a definição de “vibes e tals”, um rock alternativo bem tranquilinho, com direito a solo de guitarra restaurador de energias.
VIII – End Game (Taylor Swift ft. Ed Sheeran & Future)
Nem preciso dizer que amo essa música há meses, né? Acontece que em janeiro o clipe foi lançado, por isso mais pessoas passaram a conhecer também, o que consequentemente me fez viciar ainda mais.

Escute essa playlist no Spotify ou no Deezer

E você, o que andou ouvindo em janeiro? Conta aí nos comentários, quero saber :))
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Beijos,

            Duane.
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Assiste aí: Master of None

24/01/2018

Talvez você não lembre, mas ano passado eu li um livro maravilhoso chamado Relacionamento Moderno, do Aziz Ansari. Gostei tanto que ele acabou entrando em um dos meus posts de favoritos do mês. Fato é que após essa leitura fiquei bem interessada pela série do autor, Master of None, na época em sua primeira temporada. No final de 2017 decidi dar uma chance e olha... não me arrependi!
Master of None, original Netflix, foi criada pelo próprio Aziz, juntamente com Alan Young. Ele roteiriza e dirige alguns episódios, além de ser o protagonista na pele de Dev, um ator na casa dos 20 anos que mora em Nova York e, assim como todos nós, vai descobrindo coisas novas a cada dia.
Os episódios geralmente são curtos, na base de uns vinte minutos, e retratam temas extremamente necessários e atuais, desde a diferenciação que existe entre homens e mulheres até aplicativos de relacionamento. Relacionamentos estes que são a base da série, aliás, retratados de maneira leve, porém muito incisiva e verdadeira.
Várias coisas fazem com que você fique preso à trama desde início. A primeira delas é, obviamente, a atuação de Aziz, que inclusive lhe rendeu um Globo de Ouro. É impossível não se identificar com suas vivências e sofrer/ficar feliz junto com ele (destaque para o final do episódio “O outro”, da primeira temporada – sério, que devastador!).
A trilha sonora é de arrasar. Tanto as músicas quanto as melodias que acompanham as situações são escolhidas a dedo. Preste atenção em Eles e Elas, onde esse detalhe faz com que a situação fique ainda mais clara (como sou boazinha, achei essa playlist no Spotify, está bem completa).
Os personagens secundários são sensacionais. Adoro o jeito peculiar do Arnold e a sinceridade da Denise. Aliás, se fosse para sugerir algo a ser melhorado, seria a maior aparição deles na série (mas vamos ser justos: ambos têm episódios focados somente neles, então acredito que o Aziz saiba a importância dos mesmos).
Uma palavra define Master of None: humana – prato cheio para quem está na casa dos vinte anos e não sabe muito bem o que está rolando na sua vida. Com duas temporadas, é perfeita para maratonar de uma vez ou degustar aos poucos, refletindo sobre o que é retratado.

E aí, ficou com vontade de assistir?
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Beijos,

            Duane.
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Oi, tudo bem?

18/01/2018

Tirar uma folga é bom. A cada dia que passa percebo que estamos vivendo de maneira caótica. Parece que não dá tempo de fazer nada, mas adivinha? Dá tempo, sim. A gente que não nota como escolhe o que é prioridade e o que não é.
Nesse período de férias descobri que o blog é sim importante pra mim, mas que não preciso me cobrar tanto. Você também faz isso, fica se comparando com os outros, medindo seu próprio sucesso em relação às conquistas alheias? Bom, eu fazia, mas graças a Deus parei. Não é uma atitude nada construtiva.
Aprendi também que podemos planejar muito e do nada tudo sai diferente, mas que mesmo assim planejar é importante. Faz parte daquele lance das prioridades que discutimos agora há pouco.
Se estou descansada? Olha, acredito que sim! A vida é mesmo muito louca, o tempo realmente corre, mas estou disposta a manter esse espaço e continuar dividindo meus pensamentos, meus filmes, meus livros, meus produtinhos de beleza, minhas séries e minhas músicas com você. Afinal, estamos nessa juntos(as), caro(a) leitor(a). Amanhã voltamos com a programação normal ;)
Beijos,

          Duane. 
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Precisamos conversar sobre isso

20/11/2017

Oi pra você que lê esse blog. Tudo bem? Vem cá, tenho algumas coisas pra te dizer.
Escrever é uma das coisas que mais amo na vida. É quase como se eu precisasse escrever pra me sentir viva, pra sentir que estou fazendo algo de bom, no qual sou realmente boa. É muito mais do que um hobby, acaba transcendendo isso.
Gosto tanto de escrever que acabei criando o Claramente Insana, inicialmente chamado (Im)perfeitas, com duas conhecidas. Achei que seria necessário ter a ajuda de outras pessoas, já que antigamente tive um blog literário e não dei conta de mantê-lo.
Esse blog carrega uma parte de mim, uma história contada em dois anos. Meu crescimento, meu processo de empoderamento, alegrias, tristezas, descobertas. Tudo, de uma forma ou de outra, foi registrado por aqui. E isso é incrível.
pensei diversas vezes em desistir. Já me fizeram querer parar com tudo, esquecer tudo que construí até agora. Mas eu não agi e não pretendo agir dessa maneira. Sabe por quê? Por minha e por sua causa, leitor(a).
Não posso simplesmente desistir desse (se prepara porque vem aí uma expressão mega brega e clichêzona) pedaço de sonho que virou realidade. Investi tempo, dinheiro e energia com esse espaço. Ele é parte de mim. O que eu não esperava é que ele fosse se tornar parte de outras pessoas também.
Tem gente que entra todo dia no blog pra ver se tem post novo. Já recebi mensagens lindas de pessoas maravilhosas que se inspiram na minha maneira de encarar a vida. Sério, fico emocionada com essas situações! Elas superam tudo que imaginei e projetei pro Claramente Insana.
Só que ao mesmo tempo em que me sinto felizassa por esse retorno incrível, vem uma sensação de sufocamento bizarra. Como pode, algo que amo tanto acabar se tornando um fardo? Sinto até vergonha quando penso nisso. Mas é verdade.
Vou contar um segredinho meio óbvio: não é fácil. O blog chegou num ponto onde devo decidir se ele continua sendo apenas um passatempo ou se tem potencial para ser uma plataforma profissional. Como boa libriana que sou, não estou conseguindo fazer essa escolha sem analisar todos os prós e contras de cada lado – o que me atrasa bastante. Além disso, venho me sentindo sobrecarregada. Todos nós temos problemas pessoais, e acredito que no meu caso eles chegaram num ponto onde afetou o conteúdo que posto por aqui. Comecei a relaxar e me odiei por isso – e ódio nunca é bom.
Por esses e outros motivos decidi que vou dar uma pausa. Preciso respirar, gente. Preciso focar 100% em mim e nas pessoas que amo. É o fim de vários ciclos, o que traz o início de outros. Não se preocupe: não vou abandonar esse cantinho. Volto no fim de janeiro com a mente fresca, novas ideias, novos conteúdos e o mesmo jeitinho insano de ser.
Espero que você entenda. Muito obrigada por fazer parte dessa família <3
Beijos,
            Duane.
PS: Nos vemos em janeiro, coloca um lembrete, ok? ;)


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Reputation, o que dizer desse álbum?

13/11/2017

... que me deixou reputada e impactada?
Não é segredo pra ninguém que sou fã da Taylor Swift. Seu hiato de três anos estava me deixando desesperada. Por isso, quando em agosto ela deu as caras e anunciou que a old Taylor estava morta, fiquei super ansiosa, esperando com toda a paciência que me restava o lançamento de Reputation, seu novo álbum. Quinze minutos após seu vazamento, no dia 09, lá estava eu, devorando todas as faixas. Agora, como já era de se esperar, vim contar qual opinião formei.
A primeira coisa que pensei após ouvir Reputation pela primeira vez foi “hmmmm”. Não consegui dizer se gostei ou não. Achei pesado, agressivo e repetitivo demais. Mas não me deixei levar por essa primeira impressão. Sabe por quê? Porque sou uma country fan, e todo álbum novo da Taylor me deixa ressabiada na primeira ouvida. Como já me conheço, ouvi de novo, li algumas críticas e participei de debates em grupos de fãs. E foi aí, depois de algumas análises, que Reputation me conquistou.
Antes de qualquer coisa, você precisa saber que há um conceito envolvido no esquema. Repare bem na capa do álbum. Veja que o rosto da cantora está dividido. Uma parte está limpa, enquanto a outra está repleta de manchetes de jornal. Fora a choker, uma corrente que aperta e sufoca – assim como a reputação dela.
Com o álbum não é diferente: ele gradualmente e cronologicamente vai se dividindo em dois, entre a Taylor retratada pela mídia e aquela que ninguém além de sua família, namorado e amigos conhecem, a verdadeira Taylor.
Começamos com ... Ready For It? Aqui já percebemos o tom do Reputation. Ele instiga, afronta, zomba de tudo e todos. É um pop mais sujo, dark, com uma Taylor mostrando que certas coisas não dizem respeito a mais ninguém além dela, mas que se ela quiser compartilhar, problema dela e do boy, então é melhor a gente se preparar, porque os jogos vão começar.
Em seguida, temos End Game, com a já especulada e muito aguardada nova parceria com Ed Sheeran. A letra fala sobre amor e, tcharãm, reputação, sobre como ela entendeu e aceitou que rumores e inverdades (misturadas com verdades, paranoias e inseguranças) sempre a seguirão.

Na terceira faixa, chamada I Did Something Bad, Taylor finalmente comenta sobre sua vida amorosa de forma fria e “malvada”. Coloco essa palavra entre aspas porque, como a própria cantora dá a entender, o que ela fez não é exatamente do mal. Poxa, ela é apenas uma mulher que prioriza o bem-estar!
Chegamos a Don’t Blame Me, que novamente soa como uma reflexão sobre sua conduta de “louca por amor”, junto a satisfação de ter encontrado alguém que a deixa tão alta quanto drogas. Sim, Swift compara o efeito da paixão com drogas. Uau. Chocante (por favor, sinta a ironia em minhas palavras).
Delicate, a quinta canção, é tão fofa e adulta ao mesmo tempo que chega a doer de tão boa. O tema? O quão complicado é o início de uma relação, quando você fica insegura, pensando se deve ou não agir de determinada maneira (se já é difícil pra gente, imagina pra ela, com a imprensa mundial tacando pau). Aqui começa a se diluir a mistura entre a Taylor da mídia e a Taylor real oficial.
A música número 6 dispensa apresentações. Look What You Made Me Do explica muito bem um pouco do que Taylor sentiu com toda aquela história de “eu vou expor ela na internet”.
A partir de So It Goes, faixa 7, percebemos uma Taylor nua e crua, humana, que não é uma bad girl, mas faz bad things de vez em quando (quem nunca, não é mesmo?). Pausa para a maravilha que ocorre nos 2:53 (honestamente, quem está contando?).
Gourgeus, a mais odiada pelos fãs, é muito amada por mim (e pelos críticos). Ok, a letra é bobinha, leve e relativamente mais fraca do que todas as outras do álbum, mas tenho a impressão de que era exatamente esse o lance. Nem tudo tem que ser levado tão a sério. Mesmo quando a situação está caótica, a gente pode, e deve, focar no momento e no quão divertido pode ser apenas admirar como é gato o carinha que a gente acabou de conhecer.
Ok, precisamos falar sobre Getaway Car. A música fala sobre começar um relacionamento pra terminar outro e no fim das contas perceber que na verdade queria ficar sozinha. Mais real impossível.
Não se deixe enganar pelo título. King Of My Heart, apesar do nome, não é sobre príncipes encantados. É sobre o encantamento de estar em um relacionamento simples, que simplesmente flui, depois de muita turbulência.
Alô Taylor, caso você esteja lendo esse post, me faz um favor e torna Dancing With Our Hands With Our Hands Tied um single, porque vai ser merecido, tá? Ô música boa! Pra você que ficou curioso pra saber o porquê desse meu amor todo, toma essas razões: influências do pop dos anos 2000 e letra que mostra vulnerabilidade junto à resistência.
Se prepara porque esse é o momento! Em Dress, Taylor joga a toalha e fala (de um jeito muito classudo) sobre sexo. Oi, New Taylor, tudo bom? Gostei da ousadia, pode continuar porque aprovamos.
Você quer deboche, @? Então This Is Why We Can’t Have Nice Things é pra você. Obviamente ela é sobre toda a treta que ocorreu com Kim Kardashian e Kanye West. Só que, diferente de Look What You Made Me Do, aqui a Tay não está mais brava. Ela simplesmente está cagando e andando, rindo da cara dos haters.
Se fosse pra escolher uma favorita, seria Call It What You Want. Estou em um relacionamento sério com esse ritmo (não é lento demais nem rápido demais) e com essa letra (fofa sem ser melosa).
Pra fechar, New Year’s Day, que eu não gostei de cara, mas já estou achando um amorzinho. Ela nada mais é do que é uma exaltação aos relacionamentos que sobrevivem aos momentos ruins/às pessoas que te amam e que apesar de tudo estão sempre lá, seja pra celebrar ou pra ajudar a limpar a bagunça <3
Considerações finais: Reputation é diferente de tudo que Taylor Swift havia feito até agora, mas ainda assim é a cara dela. A sensação que fica após ouvir todas as faixas é a de que está tudo muito bem amarrado e que, assim como ela, a gente também pode dar a volta por cima, mesmo após situações terríveis. Com esse álbum, percebemos que somos humanos, erramos, ninguém é perfeito. E que está tudo bem sentir raiva, chorar, sentir que nada vai ser como antes. Porque sempre haverá uma reputação. Sempre irão nos julgar. Mas quer saber? Não faz mal. Não precisamos nos explicar. A única coisa a ser feita é viver.
E aí, já ouviu o novo álbum da Taylor? Infelizmente ele ainda não está disponível nas plataformas de streaming, mas logo, logo, chega. Por enquanto, dá pra comprar pelo iTunes (ou, se você for v1d4 l0k4, pode baixar no Hits e Beats da vida – mas cuidado pra não receber o boleto, hem? – que foi? Fã também zoa, gente).
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