Tão longe, tão perto


Olá pessoas!
Hoje eu vejo as coisas de longe. Mas em minha mente, elas estão bem perto. Tão perto que consigo sentir o cheiro, o gosto, tocá-las. Consigo saber, simplesmente saber, que elas estão no meu caminho. Que elas estão logo ali, só esperando por mim, enquanto eu continuo esperando por elas.
Sei que não vai ser fácil chegar até lá. E que, quando eu chegar, não vai parecer que foi tão difícil, pois vai valer a pena.
Fecho os olhos e consigo ver. E é tão real que não sei nem como te explicar. Sinto o vento batendo no meu rosto e uma alegria enorme dentro do peito. E eu sei que essa eletricidade tem fundamentos sólidos.


Essas coisas não são apenas boas, são magníficas. São pequenas coisas grandes e grandes coisas pequenas, que podem parecer ínfimas aos olhos de quem vê de fora, mas que pra mim, são tudo.
Realidades ainda não realizadas, que se realizam a todo momento. São elas que preenchem o meu coração e animam minha alma.
Beijos,

           Duane.

Base Líquida Matte Ruby Rose


Olá pessoas!
Há algum tempo eu vinha ouvindo muita gente comentar sobre a base líquida Matte da marca Ruby Rose. Os rumores diziam que ela, além de ser barata, tinha uma qualidade altíssima. Porém, moro em cidade pequena, então não encontrava a bendita, e nem me passava pela cabeça comprar pela internet, já que o frete ia acabar com o preço baixo do produto. Mas eis que encontrei a dita cuja em uma farmácia! E cá estou eu pra comentar o que achei C:
A embalagem contém 29ml de produto, a média da maioria das bases que a gente vê por aí, além de ser um tamanho legal pra carregar na bolsa. Ela é resistente, já carreguei em dias de calor intenso e não vasou (segundo a marca, aguenta até 40°C, ou seja, tá preparada pro verão!).


Comprei a L2 porque minha pele tem um fundo amarelado, então se pegasse a L1 ia parecer um fantasma, mas isso vai do seu tom de pele e do seu gosto.
A quantia que utilizei foi uma gota do tamanho de uma ervilha, e espalhei na pele com um pincel duo fiber, pra ficar mais natural (recomendo esse vídeo caso você não entenda muita coisa sobre pincéis de maquiagem – foi ele que me ensinou tudo que sei).

Foto sem retoque pra vocês verem a cor real da base
Comparando o antes e o depois, dá pra perceber claramente a diferença. Gostei bastante do resultado, a base da Ruby Rose tem uma cobertura que dá de dez em muita base de marca cara por aí.

Foto com cabelo preso e ainda assim doido porque essa é a realidade, minha gente
A base diz ser matte e realmente é, mas não é aquele matte mega seco, que fica lindo de início e depois vai mostrando cada milímetro de pele ressecada do seu rosto (vamos combinar, isso é um saco).
Infelizmente não tirei uma foto depois de ter ficado o dia todo com ela no rosto sem retocar. Mas olha, ela aguentou firme! Derreteu mínima coisa na parte das olheiras, se eu tivesse passado um corretivo ia ter ficado quase perfeita, mesmo após um dia corrido. E eu nem tinha passado primer.

Foto sem retoque, a cor fica exatamente assim na pele
Ah! Paguei 9,45 temers, mas o preço varia entre R$5 e R$10.
E vocês, já usaram essa base? Ficaram com vontade de testar?
Beijos,

           Duane.

O apartamento da Monica de Friends


Olá pessoas!
Primeiramente, queria pedir desculpas. Sei que disse que íamos ter posts diários, mas fiquei dois dias ausente por motivos de: TCC. Se eu sumir alguns dias de novo, já sabem, é por isso. Mas nunca vai passar de dois dias, prometo!
Hoje o post é do Discípulas de Carrie, que teve como tema do mês decoração ♥ Acho que nunca falei disso aqui no blog, né? Pois pra (quase) tudo tem uma primeira vez e.e
Escolhi o Blahnick Movie/Série: decor de filme/série que babo, e a decoração que mais amo na vida não poderia deixar de ser a do apartamento da Monica, de Friends ♥
Vamos começar pelo que a gente vê primeiro: a porta. Mesmo que você não tenha assistido a série, com certeza já viu por aí a imagem da clássica porta roxa com a moldura amarela no olho mágico. Fiquei sabendo há algum tempo que era a moldura de um porta-retrato (de algum dos colaboradores) que quebrou e aí eles tiveram a ideia de colocar na porta. Legal, né?


Aí a gente entra e se depara com a cozinha. Pequena, porém cheia de personalidade, afinal, a Monica é chef, então esse local não poderia ser apenas funcional. A parede é de tijolinhos, com alguns pratos decorativos, e o armário embutido é azul-bebê. Reparem que as canecas, os pratos e as xícaras, são retrô. E não é nem pela série ser dos anos 1990. É porque esse é um traço muito presente na decoração da Mon: tudo tem uma aparência antiguinha, francesa e clássica.


Um detalhe que eu acho muito interessante é o fato de nem tudo ser exatamente par. As cadeiras da mesa, por exemplo, são todas diferentes. E o armário em cima da geladeira é amarelo. Isso, ao meu ver, deixa tudo mais real, porque a maioria das pessoas que mora sozinha vai comprando as coisas ao longo do tempo, então nada mais natural do que ter coisas diferentes. Agora, me digam: como não amar esse reloginho? Toda vez que vejo tenho vontade de pegar pra mim *-*

Cookie Time ♥
Andando mais um pouquinho, chegamos na sala. Repare que todas as mesas, estantes, e até o baú que fica na frente da janela, são de madeira estilo antigo. Novamente a pegada retrô. 


Os sofás são branco e bege, o que pra mim reflete o tamanho da obsessão da Mon por limpeza. Nunca na vida que eu ia conseguir manter um sofá branco limpinho desse jeito! Eu provavelmente iria fazer que nem a Phoebe.


Repararam nas paredes? São roxas! Essa é uma característica muito forte no apartamento: nenhum cômodo tem cor igual/tradicional. Além disso, as paredes estão cheias de coisas penduradas. Desde o clássico pôster francês de Jouets, até quadrinhos com fotos. E olha só a Monica sendo vanguardista, minha gente! Antes de chegar essa modinha de colocar plantas nos ambientes internos pra dar um pouco de vida ao lugar, já víamos uma samambaia ao lado da TV.


E aí, agora vamos pra direita ou pra esquerda? Ok, pra esquerda, depois a gente volta. Temos aqui a porta do quartinho misterioso (que nunca é aberto, e só descobrimos do que trata na oitava temporada), e ela é verde, mais uma vez mostrando como podemos sim brincar com as cores na decoração sem deixar que vire uma coisa muito louca.


Chegamos ao banheiro. A primeira coisa que me encantou foi o piso. Gente, é preto e branco, que coisa mais sensacional ♥ Simples, porém linda. E as paredes do banheiro são... tcharãm! Roxas! Não gente, sério, é muito amor!


Agora, voltando à parte direita do apê, temos o quarto da Mônica. Que tem as paredes... rosas! Isso prova que sim, você pode ser uma adulta muito bem resolvida e ter um quarto rosa que não parece nem um pouco infantil. Os móveis são todos na mesma pegada retrô, e em cima da cama temos o que? Um pôster retrô! De novo: muito amor ♥


O quarto da Rachel também é rosa e segue uma pegada bem romântica, simples e clássica.


Eu poderia ficar falando por mil anos aqui, se vocês deixassem. Amo Friends, não nego, estarei assistindo sempre que puder HAHAH.
E vocês, gostaram da decoração da Mon? Me contem!


Beijos,
         Duane.


7 coisas que vivem passando pela minha cabeça


Olá pessoas!
No Tumblr Challenge de hoje vocês vão descobrir o que vira e mexe ocupa essa mente insana que vos fala. Bora?

Será?


Será, só imaginação? Será, que nada vai acontecer? Será, que é tudo isso em vão? Será, que vamos conseguir vencer? (sim, essa música do Legião define tudo).

Que droga, tenho que aprender a dirigir


Tô cagando de nervoso. Alguém aí sabe como superar isso?

Tô com fome


Tem pão de queijo?

Tô com sono


Essa aula não acaba nunca? Sem or!

Opa, horas iguais, alguém tá pensando em mim. Deve ser minha mãe.


Sou dessas.

Blog, blog, blog...


Criar conteúdo, criar conteúdo, criar conteúdo...

Nossa, eu sou muito gata


Mamãe caprichou.

Beijos,

           Duane.

Livros que todo mundo ama e eu odeio


Olá pessoas!
Como alguém que gosta de ler, posso dizer que não é tão fácil assim ser aquela que não gosta do livro que todo mundo gostou. Já aviso que essa postagem pode te irritar, mas entenda: gosto é uma coisa pessoal. Não é porque eu não gosto que não vou gostar de você, que gosta. E não é porque você gosta e eu não, que a gente vai brigar, né? Vamos ser civilizados e.e
Ao longo dos anos, li livros que amei e outros que, bem... não amei tanto assim. Talvez o título do post seja um tanto quanto exagerado. Nunca ODIEI um livro. Essa palavra é muito forte. Mas dizer que adorei seria mentira. Então, vamos à lista.

Um Dia (David Nicholls)

Foto: Jaqueline Lima
Gostei muito da linguagem do autor, do modo como o mesmo estruturou os capítulos, as mudanças dos personagens ao longo do tempo... Mas quando cheguei ao final, ficou aquele gosto amargo na boca, sabe? Não consegui engolir aquele desfecho. Fora que tudo me pareceu enrolado demais.

Querido John (Nicholas Sparks)

Foto: Letras de Rodapé
Na verdade, não gosto de nenhum livro do autor, só escolhi esse porque foi o que eu consegui ler mais. Antes que comecem a querer me apedrejar, calma, vou explicar. Todo autor tem uma fórmula. Exemplo: pessoa 1 encontra pessoa 2, elas se apaixonam, há um empecilho, elas aprendem com as dificuldades e aí ficam juntas (ou não). Até aí, tudo bem, eu entendo. Acontece que quem escreve tem que ter uma forma muito boa de não deixar essa fórmula exposta. E o Nicholas não conseguiu fazer isso, pelo menos não pra mim. Vamos combinar: todo livro do autor inclui basicamente as mesmas coisas (guerra e/ou câncer) e passa a mesma mensagem (o amor é o mais importante de tudo – e eu concordo, mas há outras coisas a serem ditas queridinho!). Fora o bendito drama. PLEASE, SAVE THE DRAMA FOR YOUR MAMA!

A Culpa é das Estrelas (John Green)

Foto: Explosive Box
Livro muitíssimo bem escrito. Personagens cativantes. Cenários incríveis. Só que encontro aqui a mesma coisa do Nicholas: fórmula exposta. Pode reparar, todo livro do John é narrado por um(a) garoto(a) que é/se sente como um(a) esquisito(a), e se apaixona por uma pessoa diferentona e extremamente espetacular, que dá brilho à história (e eventualmente pode vir a morrer). Ah! Não podemos esquecer do melhor amigo engraçado que será o personagem secundário mais querido de todos. Nada disso seria problema caso eu não tivesse a decepção de ver meu personagem favorito morrer. Nunca te perdoarei, John. ~eis aqui uma drama queen~

Como Eu Era Antes de Você (JoJo Moyes)

Foto: Blog Diálogos
Caramba, que exaustivo foi ler esse livro. Vou deixar algo bem claro aqui: odeio descrições que duram páginas. Isso me dá um sono danado. Fora que também tive um enorme problema com o desfecho. Ok, ele passa uma mensagem bonitinha (viva agora, talvez não haja depois), mas também é bem depressivo, se você parar pra pensar.

O Diabo Veste Prada (Lauren Weisberger)

Foto: Melhor Ângulo
Livro mais longo da vida. 400 páginas que poderiam ter sido reduzidas à 150. Fora que eu  simplesmente não conseguia entender as atitudes da personagem principal. Não me identifiquei nem um pouquinho.
Mais uma vez, mil desculpas caso eu tenha falado mal de um livro que vocês amam.
E aí, tem algum livro famosão que vocês não conseguem engolir?
Beijos,

           Duane. 
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