Por que eu passei a gostar de autoajuda?


Olá pessoas!
Quem me conhece, sabe: eu odiava autoajuda. Todo aquele blábláblá, conselhos clichês e a mesma lenga lenga de sempre, simplesmente não me conquistava. Me lembro de ver pessoas assistindo aqueles vídeos motivacionais bem bregas no YouTube e achando o máximo, enquanto tudo que eu conseguia pensar era “Jesus, livrai-me de tamanha porcaria”.


Eu precisava (e ainda preciso) de algo mais concreto. E isso veio com o livro “Os 100 Segredos das Pessoas Felizes”. Ele é bem curtinho, porém, apresenta uma coisa que eu não encontrava naquele mar de baboseiras: constatações científicas. Os tais “segredos” na verdade são dados de diversas pesquisas realizadas por universidades renomadas. Aí o negócio começou a mudar de figura porque, veja bem, não estávamos falando de conselhos fajutos. Estávamos falando de algo que foi pesquisado e comprovado por meio de testes. Assim as informações ficam mais “acreditáveis”, não é?


Decidi dar mais uma chance pra autoajuda, e aí comecei a perceber que, como tudo na vida, você deve ter um olhar crítico ao ler esse tipo de material. Não levem tudo ao pé da letra, tentem interpretar direito as coisas. Um ótimo exemplo disso é The Secret. Minha primeira experiência com esse livro foi horrível, achei péssimo. Anos depois, reli e tudo fez sentido. Mas como pode, sendo que as palavras são as mesmas? Aí é que está: as palavras são as mesmas, mas meu olhar é outro. Uma passagem em especial me deixava puta: a que eles dizem pra imaginar cheques ao invés de contas chegando em sua caixa de correio. Percebi que não é bem assim. Não é só pensar que plim, aconteceu. E todas aquelas histórias de pessoas que fizeram um milhão em um ano? É pra mostrar o poder da prática, não significa que vá acontecer com quem lê. Aprendi a enxergar as entrelinhas, e isso foi muito importante.


Acredito que a autoajuda está sempre pronta pra iludir quem quer ser iludido. Livros de R$1,99 prometem te deixar rico em 30 dias, emagrecer metade da sua massa corporal em uma semana, conquistar a pessoa amada por meio da linguagem corporal, organizar sua vida em 5 passos, enfim, fazer um extreme makeover, quase de graça, como que por um milagre. Só que os mais ajuizados sabem: não existe milagre se quem precisa dele não fizer sua parte. O livro não vai mudar sua vida. Você vai mudar sua vida, mas só se você quiser de verdade, e isso inclui altos e baixos, afinal, já diziam nossas avós: nem tudo são flores.
Hoje a autoajuda faz parte do meu cotidiano, e incluo vários títulos do gênero na minha listinha de leitura. Eis alguns dos meus favoritos:
  •  A idade decisiva (Meg Jay) – livro escrito por uma psicóloga Ph.D. em comportamento de jovens adultos. Ela nos mostra o porquê dos 20 anos serem uma época tão vital em nossas vidas, e a razão de não podermos desperdiça-los pensando “ainda sou muito jovem”.
  •  A Magia (Rhonda Byrne) – da mesma autora de The Secret, esse livro tem como tema central a gratidão e propõe um desafio de 28 dias (que eu fiz e adorei).
  •  Organize-se num minuto (Donna Smallin) – contém dicas práticas de como manter a casa mais limpa e organizadinha.
  •  O segredo do talento (Daniel Coyle) – o que faz uma pessoa ser bem-sucedida? O auto passou anos pesquisando e chegou à conclusões simples e eficientes.
E vocês, gostam de autoajuda?
Beijos,

           Duane.   

2 comentários:

  1. nossa, tamo junto! eu recentemente comecei a ler algumas coisas mt bacanas de auto ajuda e to me interessando bastante

    www.tofucolorido.com.br
    www.facebook.com/blogtofucolorido

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  2. A sociedade fala muito mimi sem necessidade fala ai! Eu gosto muito de textos e livros tudo que seja para ajudar a por a cabeça de nós seres humanos no lugar rs Acredito também esses livros baratinhos que te ensinam a ficar ricos ou qualquer outra coisa uma grande furada!

    Amei o post!
    Beijos da Cih :)
    Nem Rock Nem Roll

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