Vontade de ser diferente


Desde de pequena eu tinha uma vontade imensa de ser diferente. Pra mim, o padrão era simplesmente... chato. Do que adianta ser do jeito x se todo mundo também é? Não via graça nisso. Bom mesmo era ser diferentona, daquelas que de longe dá pra saber de quem se trata.
Essa vontade se estendia em todos os campos da minha vida: de crushes à roupas, queria sempre o diferente. Moda? Não queria nem ouvir falar dela, porque pra mim era um jeito escroto de ganhar dinheiro e robotizar pessoas. Meu tênis de lantejoulas era muito mais legal do que isso.
Cresci. Meus pensamentos mudaram, mas nem tanto. Continuo gostando muito mais do diferente, ele nunca perdeu seu ar de magia. Só que, de repente, me bateu uma coisa: mais uma vez, agi por motivos errados.
Pensa comigo: por que essa vontade toda de ser diferente? Hoje vejo de maneira muito clara que o motivo principal era a aprovação externa. No fim das contas, eu acreditava que ser diferente chamaria muito mais atenção do que ser comum. Errei feio.
O comum existe justamente para a aprovação. Quando você é diferente, o estranhamento é geral. E olha que nem sou tão diferente assim, viu? Sou até bem normalzinha. Como diria Taylor Rainha Swift, “sou apenas uma garota tentando encontrar um lugar neste mundo”.
Sigo sendo diferente e igual ao mesmo tempo. Aprendi que nada vale mais a pena do que agradar a mim mesma. 
Se hoje meus dois artistas preferidos são Taylor Swift (incluindo a era country <3) e The Doors, se amo elástico de pompom candy color, se gosto do que é mais difícil, é porque percebi que essas coisas fazem parte de mim. E tudo bem se só eu gostar disso. Acredite em mim, essa é uma lição valiosa.

E você, gosta do que é diferente?
Me encontre por aí: Facebook | Instagram

Beijos,

            Duane.

14 comentários:

  1. ah mts vezes podamos alguns dos nossos gostos diferentes da maioria das pessoas por reprovação externa, temos que ser mais fiéis a nós mesmas

    www.tofucolorido.com.br
    www.facebook.com/blogtofucolorido

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Temos mesmo, concordo!
      Obrigada, Lívia ♥

      Excluir
  2. Meu deus, Du. Nós éramos iguais hahaha
    Ok, talvez não iguais. A real é que eu não era bem diferentona, eu seguia um padrãozinho do que era bacana na época (vulgo: emozinha), mas me sentia super diferentona mesmo assim por causa do impacto que a minha imagem causava quando estava perto da minha família. Adorava o contraste, sabe? Mas, no fim, também estava nessa pelos motivos errados. Só sinto muita falta do meu cabelo daquela época, nunca vou superar a franja emo hahah

    É bem libertador abraçar as diferenças e as mesmices e não ligar pro externo, né? Somos simplesmente o que somos, da forma mais sincera e plena. <3

    Ah, mudei de bloguinho de novo heheh
    milenaschabat.blogspot.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. HAHAHAH parecidas, no mínimo.
      Com certeza! <3
      Sua loka HAHAH. Vou lá ver!
      Obrigada, Mis ♥

      Excluir
  3. Eu pensava do mesmo modo que você! Gostava de tudo diferente, nada igual, até que eu vi que ser diferente é muito maneiro, mas ser legal não é nenhum bicho de sete cabeças kkkkkk
    Um beijo grande e muito GORDO
    www.thaissgalbiero.blogspot.com.br

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. HAHAHAHAH mas esse conceito de legal é o que a sociedade impõe ou o que você acha legal? Pensa nisso, Thais ;)
      Obrigada ♥

      Excluir
  4. Adorei! Eu era assim mesmo. Só gostava das coisas diferentes e era toda preconceituosa com o resto. Graças a Deus amadureci e hoje sou de tudo um pouco só que com um jeitinho único, sabe? As vezes uso o que tá na moda mesmo, mas do meu jeito. Hahaha!
    Beijos!

    www.likeparadise.com.br

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sei <3 HAHAHAH assim que é bom!
      Obrigada, Thami ♥

      Excluir
  5. Oi, Du <3.
    Adorei o texto! Eu era um caso meio estranho, eu queria ser diferente, mas acabava seguindo um padrão (vulgo o padrão de patricinha, eu participava até daquelas comunidades no orkut HAHAHAH) e sei lá, eu me achava super diferente das minhas colegas, mas na verdade, só tava tentando seguir o que tava na TV, né? Mas, de fato, eu curtia o estilo, adorava tudo rosinha e tal, hoje continuo adorando rosa, mas sem aquele excesso todo e aquela vontade louca de ser diferentona só pra me destacar, sabe? É bem como tu disse, o negócio é ser nós mesmas, usando aquilo que nos faz bem. Essa é uma lição que aprendi na marra, hoje em dia uso aquilo que eu gostar e ponto, pode ser algo que tá na moda agora ou algo que era moda há 500 anos atrás, se eu gostar, tô usando hahaha
    Um beijão,
    Gabs | likegabs.blogspot.com ❥

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É muito comum isso acontecer (com diversos estilos, aliás!). Sei sim :) Exatamente! Tem que ser assim mesmo, Gabs <3
      Obrigada ♥

      Excluir
  6. Adorei o texto,eu na verdade sempre fui muito estranha sem me esforçar muito,mas o que eu queria mesmo era ser normal rsrs,porque você deve saber que ser diferente pode ser meio traumático,mas estou aprendendo a lidar comigo mesma.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Te entendo, Monique! Em busca do amor próprio, sempre <3
      Obrigada ♥

      Excluir
  7. Oi! Adorei o post!
    Eu era o contrário de você. Me preocupava muito em "ser comum", ser como todos à minha volta. Hoje eu já consigo perceber e valorizar minhas particularidades e isso me faz muito bem.
    Amei seu blog!

    https://blogmilenediniz.blogspot.com.br

    ResponderExcluir

Gostou? Comente! Não gostou? Me diz onde errei pra arrumar ;)
E please, se for pra fazer comentário inútil, o temido spam ("adorei o post, visita meu blog?" blergh) sério, pode ir embora meu amor.
Se você tá na vida de blogueiro(a) também, e fizer um comentário legal após ter lido o post, pode ter certeza que vou retribuir a gentileza, é só deixar o link ♥

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...