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Assiste aí: Master of None

24/01/2018

Talvez você não lembre, mas ano passado eu li um livro maravilhoso chamado Relacionamento Moderno, do Aziz Ansari. Gostei tanto que ele acabou entrando em um dos meus posts de favoritos do mês. Fato é que após essa leitura fiquei bem interessada pela série do autor, Master of None, na época em sua primeira temporada. No final de 2017 decidi dar uma chance e olha... não me arrependi!
Master of None, original Netflix, foi criada pelo próprio Aziz, juntamente com Alan Young. Ele roteiriza e dirige alguns episódios, além de ser o protagonista na pele de Dev, um ator na casa dos 20 anos que mora em Nova York e, assim como todos nós, vai descobrindo coisas novas a cada dia.
Os episódios geralmente são curtos, na base de uns vinte minutos, e retratam temas extremamente necessários e atuais, desde a diferenciação que existe entre homens e mulheres até aplicativos de relacionamento. Relacionamentos estes que são a base da série, aliás, retratados de maneira leve, porém muito incisiva e verdadeira.
Várias coisas fazem com que você fique preso à trama desde início. A primeira delas é, obviamente, a atuação de Aziz, que inclusive lhe rendeu um Globo de Ouro. É impossível não se identificar com suas vivências e sofrer/ficar feliz junto com ele (destaque para o final do episódio “O outro”, da primeira temporada – sério, que devastador!).
A trilha sonora é de arrasar. Tanto as músicas quanto as melodias que acompanham as situações são escolhidas a dedo. Preste atenção em Eles e Elas, onde esse detalhe faz com que a situação fique ainda mais clara (como sou boazinha, achei essa playlist no Spotify, está bem completa).
Os personagens secundários são sensacionais. Adoro o jeito peculiar do Arnold e a sinceridade da Denise. Aliás, se fosse para sugerir algo a ser melhorado, seria a maior aparição deles na série (mas vamos ser justos: ambos têm episódios focados somente neles, então acredito que o Aziz saiba a importância dos mesmos).
Uma palavra define Master of None: humana – prato cheio para quem está na casa dos vinte anos e não sabe muito bem o que está rolando na sua vida. Com duas temporadas, é perfeita para maratonar de uma vez ou degustar aos poucos, refletindo sobre o que é retratado.

E aí, ficou com vontade de assistir?
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            Duane.
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5 lições que aprendi com Friends

13/09/2017


Não é segredo pra ninguém que a minha série favorita da vida é Friends. Sério, como não amar? Então, já que amo tudo que envolve a sitcom, decidi reunir 5 coisas que aprendi com ela. Vai que te motivo a assistir também, né? ;)

1. Ser honesto e dizer o que sente é importante. Comunicação é a base de todos os relacionamentos (sejam eles amorosos ou não).


2. Buscar sua independência é complicado, mas vale a pena.


3. Você não precisa ter tudo planejado o tempo todo. Na maioria das vezes as coisas se ajeitam e fica tudo bem.


4. Envelhecer não é o fim do mundo. Aliás, conforme os anos passam a gente vai ficando melhor.


5. Namorados e namoradas vem e vão, mas os amigos ficam.


Me conta, qual é a sua série favorita? Você gosta de Friends?
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          Duane.
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Assistidos Agosto 2017

28/08/2017


Confesso que o Assistidos de agosto está meio minguado... Pra quem assistiu um monte séries, filmes e documentários em julho, eu meio que acabei atrasando um monte de coisa que tinha na minha lista. Mas foi por um bom motivo!
Leia também: Assistidos Julho/2017

How I Met Your Mother (2ª, 3ª, 4ª e 5ª temporadas) - disponível na Netflix até 03/09/2017


Eis aí a grande culpada pelo meu atraso! A Netflix vai tirar HIMYM do catálogo dia 3 de setembro, então eu comecei a assistir que nem louca pra ver se conseguia terminar a tempo. Não deu, né mores. Mas pelo menos tentei.
How I Met Your Mother gira em torno de Ted e seus amigos, Barney, Robin, Marshall e Lily. Em 2030, Ted conta para seus filhos como conheceu a mãe deles. São 9 temporadas que contam histórias não somente dele, mas também do grupo.


Como basicamente já sei tudo que vai acontecer por conta dos maravilhosos spoilers da internet, não fiquei muito chocada com os plot twists, mas olha, estou gostando bastante! Dou altas risadas (apesar das incontáveis piadas sem noção – leia-se: machistas e gordofóbicas) e o enredo está conseguindo se desenrolar bem.

Black Mirror (2ª temporada) - disponível na Netflix


Fiquei chocada e pasma em ver como tudo aquilo é ficção, mas poderia muito bem ser da nossa realidade.
Black Mirror é uma série diferente do que estamos acostumadas a ver por aí. Cada episódio tem uma trama que se passa num futuro não muito distante, e mostra os efeitos da tecnologia na sociedade, além de dramas pessoais que todo ser humano tem.


Tento não ver mais de um episódio por dia porque é muita coisa pra absorver. É de abalar o psicológico mesmo! Os próprios criadores já disseram que o objetivo é incomodar quem assiste, forçar uma reflexão. E eles não falham, viu? Apesar de destruir nosso emocional, Black Mirror é viciante.

Tinha que ser ele? - disponível no Telecine On


Já fazia algum tempo que esse filme estava na minha lista, então, pra dar um tempo de HIMYM, decidi dar uma chance.
O longa gira em torno de Ned, que vai visitar sua filha, Stephanie, mas fica chocado ao descobrir que ela está namorando Laird, um cara que ficou milionário após ter criado um videogame que viralizou. Laird é completamente sem noção: fala palavrões o tempo todo, gasta dinheiro a vontade e tem atitudes completamente inusitadas (o que cria várias tortas de climão).


Olha, achei que iria ser mais engraçado. Apesar do trailer sugerir que coisas pesadas iriam acontecer, não achei nada que me surpreendesse. É um filme bobo que faz o tempo passar super rápido e arranca algumas risadinhas (indico para aquele dia de tédio em que não há nada pra fazer).

SIM, eu só assisti isso. Prometo que mês que vem o Assistidos vai ser mais variado.

Curtiu a minha lista? O que você assistiu em agosto?
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            Duane.



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Assistidos Julho 2017

26/07/2017


Julho é mês de férias, então aproveitei pra assistir coisas bem bacanas (e outras nem tão bacanas assim). Vem ver os assistidos julho/2017 o/

Confira também: Assistidos Junho/2017

Unbreakable Kimmy Schmidt (1ª, 2ª e 3ª temporada) – Disponível na Netflix


Sitcom que tem episódios curtinhos (no máximo meia hora) e arranca boas risadas. Kimmy foi resgatada após viver 15 anos em um bunker (um reverendo a sequestrou e disse que o mundo tinha acabado). Agora, com 30 anos, ela decide viver em Nova York e superar o passado, sempre com um sorriso no rosto.
Cara, fiquei simplesmente apaixonada por essa série. Todos os personagens são incríveis e a postura da Kimmy diante dos obstáculos é sensacional. Até fiz um post dando 3 motivos pra você assistir ainda hoje.

Humano, uma viagem pela vida – Disponível na Netflix e no Youtube


Desde que esse documentário saiu nos cinemas tenho vontade de assistir. Ele nada mais é do que um monte de pessoas do mundo inteiro (incluindo brasileiras), em frente a uma câmera, num cenário neutro, como se estivessem conversando com quem assiste, falando sobre vida, morte, amor, guerra, ser mulher, ser homem, enfim. É tocante. Confesso que fiquei entediada nas transições, que apesar de lindas, duram uns 5 minutos. Mas, de modo geral, gostei muito. É de fazer a gente parar pra pensar mesmo. Vale a pena.

How I Met Your Mother (1ª temporada) – Disponível na Netflix (só até setembro, está pra ser tirada do catálogo)



SIM! Eu, fã maluca de Friends, resolvi dar uma chance às histórias do Ted. Pra quem ficou numa caverna nos últimos anos, How I Met Your Mother nada mais é do que Ted no ano de 2030, contando pros seus filhos como conheceu a mãe deles. Mas não é simplesmente “ah, conheci sua mãe em tal lugar”. Não. Ele conta tudo (ao longo de nove temporadas), incluindo as histórias de Lily e Marshall (adoro), Barney e Robin, seus amigos. Achei essa primeira season incrível. Ri e me emocionei pra caramba. Segundo informações (e diversos spoilers que tomei), o negócio vai ficar bombástico. Já estou na metade da segunda temporada e, sinceramente, HIMYM já conquistou um espaço bem grande no meu coração.

Black Mirror (1ª temporada) – disponível na Netflix


Créditos das imagens
Sabe aquela série que depois de assistir você não sabe dizer se gostou ou não? Foi assim comigo e a primeira temporada de Black Mirror. Fiquei impactada, inclusive esse é objetivo dos criadores. Sem dúvidas o que mais mexeu comigo foi o episódio 15 milhões de créditos. Acho que cada pessoa se sente mais abalada por determinada trama, sabe? É um monte de socos no estômago, mas recomendo pra todo mundo.

Minimalism, um documentário sobre as coisas importantes – Disponível na Netflix



Dois caras perceberam que apesar de serem cheios da grana, estavam infelizes pra cacete. Aí se tocaram que toda a sua vida foi projetada em torno de coisas materiais e começaram a seguir o estilo de vida minimalista. Ficaram tão bons na coisa que lançaram um livro e viajam pelos EUA ministrando palestras sobre o assunto. Esse documentário fala sobre eles e outras pessoas, ao mesmo tempo em que elas explicam todo o conceito de minimalismo. Gostei MUITO, esse documentário é do tipo que te faz repensar coisas da nossa vida.

La la land



Não gosto de musicais, não sei porque fiz a besteira de tentar assistir esse. É lindo, as músicas são ótimas, o final não é óbvio, mas eu não gostei. Uma pena. Pra saber mais sobre a história, corre ler a resenha da Thami.

Friends from College – disponível na Netflix



Seis amigos da faculdade se reencontram em Nova York 20 anos depois da formatura. O resultado disso? Uma sitcom bem... estranha. Aguarda e confia que vai ter post só sobre isso ;)

Bojack Horseman (1ª temporada) - Disponível na Netflix


"Eu sou responsável pela minha felicidade? Não consigo ser responsável nem pelo meu próprio café da manhã!"
Assisti despretensiosamente por indicação da Andressa e socorro, amay! A série é um desenho animado pra adultos e mistura animais com seres humanos. O protagonista, Bojack, é um cavalo de 50 anos que foi muito famoso nos anos 1990, mas hoje em dia é meio que uma celebridade problema. Sei que parece estranho (e é), mas sério, é muito engraçado. Fora que as coisas que o Bojack faz acabam levando a uma reflexão pessoal: será que estamos sendo pessoas boas?

Ei, curtiu o que andei assistindo em julho? E você, o que assistiu e gostou?
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          Duane.
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3 motivos pra assistir Unbreakable Kimmy Schmidt ainda hoje

13/07/2017


Esses dias decidi dar uma chance pra série Unbreakable Kimmy Schmidt, original da Netflix. A história gira em torna da (tcharãm) Kimmy, que foi mantida, com outras três mulheres, em um bunker durante 15 anos por um reverendo que dizia que o apocalipse havia dizimado a Terra. Após ser resgatada, ela decide morar em Nova York, o que a faz dividir um apartamento com Titus (ator/cantor/maravilhosidade em pessoa), alugado pela dona, Lillian (uma senhora bem v1d4 l0k4), e trabalhar para Jacqueline (ex comissária de bordo que agora é socialite). Gostei tanto da série que decidi dar 3 motivos pra você assistir. Quer ver?

1- A série tem um humor único (e MUITO girl power)

"Espera aí, uma pastora? Mulheres realmente podem ser o que quiserem, exceto presidente ou apresentadora de programa noturno."

É um humor que brinca com coisa séria (desde feminismo até racismo e homofobia) do jeito certo, fazendo você rir, mas sem deixar de pensar um pouco.

2- Os personagens são incríveis (e a evolução deles é ainda melhor)

"Eu estou tão cansa de homens como ele mandando em mim. Eu tenho minhas próprias opiniões. Eu posso fazer minhas coisas sozinha.
Kimmy é incrível? É. Mas os personagens secundários não ficam atrás. A forma como eles vão crescendo na trama é sensacional. Você vai se envolvendo tanto que é impossível não torcer pelo melhor.

3- Referências (principalmente a Friends)

"Ah, não, Kimmy. A internet não fala assim. A internet fala que nem o Chandler.
Se você ama Friends, vai amar Unbreakable Kimmy Schmidt. Sério, a mais ou menos cada três episódios têm alguma referência a eles. Além disso, são citadas coisas dos anos 1990 e tem um episódio inteiro parodiando o álbum Lemonade, da Beyoncé (o Titus arrasou).


Bônus: a Netflix já confirmou a quarta temporada! Numa época tão tumultuada de cancelamentos, é reconfortante saber que a série que você vai começar a assistir tem continuação garantida.

Já assistiu? Ficou com vontade de assistir?
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            Duane.


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Resenha: Hot Girls Wanted, Turned On

07/06/2017


Depois que assisti Las Chicas del Cable, a Netflix não parava de me recomendar Hot Girls Wanted, Turned On. Enrolei pra ver do que se tratava, confesso, mas quando fiz isso não me arrependi.
Hot Girls Wanted, Turned On é uma série documental composta de 6 episódios, que têm em média 50 minutos. Cada episódio mostra histórias diferentes, mas todos eles abordam o mesmo tema: o impacto da tecnologia na vida e nos relacionamentos das pessoas da nossa geração.
O episódio I fala da indústria pornográfica e de como algumas mulheres estão tentando mudar a realidade dela produzindo conteúdo de qualidade (geralmente pornô e qualidade são palavras que andam beeeem distantes uma da outra, não é mesmo?), voltado para o público feminino. É um episódio que te faz repensar muita coisa e admirar pessoas que você não esperava admirar (a Erika Lust é FODA).

Não tem como não gostar da Erika!
O segundo fala sobre o Tinder e de como a internet “coisifica” as pessoas. Acho que esse foi o episódio que mais botou o dedo na minha ferida, sabe? Foi impossível não me identificar com a mulher dessa imagem. 


Além disso, as produtoras escolheram muito bem o protagonista, já que a maioria dos caras hoje em dia tem o mesmo pensamento que ele.


O episódio III fala sobre as cam girls (se você já assistiu algum filme de comédia americano atual com certeza sabe que cam girls são aquelas mulheres que fazem strip na frente de uma webcam) e da realidade das garotas que estrelam filmes e vídeos pornográficos. Deu dó, viu? Deu pena. É um episódio bem tapa na cara mesmo (na verdade a série toda é, vamos combinar, mas esse em especial nos mostra uma realidade muito crua e impactante), e fala de um tema bem polêmico (de novo: na verdade tudo é polêmico nessa série, mas o jeito como eles abordam é muito envolvente), o feminismo e empoderamento feminino nas mulheres dessa indústria. Será que é empoderamento mesmo? Ou elas se iludem com isso pra conseguir viver minimamente em paz? Essas respostas você vai ter que buscar por conta.

Você vai ficar com pena da Bonnie e querer ajudar ela, mesmo sabendo que não tem jeito - depois não diga que não avisei!
O quarto fala novamente sobre o pornô, mas dessa vez pelo olhar masculino, trazendo discussões muito necessárias sobre determinados fetiches e como eles envolvem coisas como o racismo.


O episódio V foca nos relacionamentos virtuais e como eles podem se desenrolar na vida offline. É o episódio mais triste e foi o segundo que mais tocou na minha ferida.

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O episódio final fala sobre exposição na internet e suas consequências – que podem ser bem mais sérias do que a gente pensa (bem mais sérias MESMO).


Sério, como não amar uma série documental que aborda temas tão relevantes?
Na minha opinião, o grande diferencial de Hot Girls Wanted, Turned On é focar nos sentimentos das pessoas. As filmagens mostram cenas do cotidiano, coisas que parecem ser normais, rotineiras, e depois aquelas mesmas pessoas têm que parar pra refletir sobre como aquilo reflete no emocional delas, nos seus pensamentos, nas suas ações e na sociedade. Resumindo: a série quebra o gelo no qual muita gente é colocada (inclusive eu e você), o gelo da tecnologia, que coloca uma tela como barreira entre seres humanos. E barreiras mudam tudo.


Sei que é meio irônico falar dos impactos sociais exercidos pela tecnologia, sendo que esse conteúdo é digital e eu trabalho com mídia social. Mas é importante refletir sobre isso e não simplesmente seguir a boiada. E o mais legal dessa série é que ela contém temas importantes sem ser aquela coisa chata, de nível acadêmico. Pelo contrário: parece até que a gente está assistindo um episódio de Keeping Up With The Kardashians, só que com pessoas reais (não que as Kardashians não sejam reais, mas tipo, a vida que elas levam é só um sonho pra maioria da população mundial – eu me incluo nessa) e conteúdo relevante. Ou seja: é o melhor dos dois mundos! Vale muito a pena assistir.


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Beijos,
          Duane.
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O que eu achei de Las Chicas del Cable

17/05/2017


Você já assistiu Las Chicas del Cable? Se não assistiu, deveria. Ela é uma série original da Netflix, a primeira da Espanha, com oito capítulos de duração média de 50 minutos. A história se passa em 1928 e gira em torno de quatro mulheres que trabalham como telefonistas: Alba/Lidia (que também narra a série), Marga, Ángeles e Carlota. Cada uma delas tem uma personalidade e histórias diferentes, mas todas têm uma coisa em comum: a luta por uma vida melhor (lembre-se de que era 1928 e as mulheres praticamente não tinham direitos).


Las Chicas del Cable é uma série de época e feminista. Tem combinação melhor? Se tem, desconheço. As personagens são extremamente cativantes e você se vê torcendo por elas. O mais legal é que uma difere muito da outra. Alba/Lidia é uma mulher forte, que aprendeu a colocar a razão antes da emoção, mesmo que isso resulte em sofrimento e picaretagem. Marga é inocente e medrosa (e é incrível ver seu desenvolvimento). Ángeles é uma mulher guerreira, mãe, dona de casa e trabalhadora. Carlota é uma militante dos direitos femininos numa época em que nem sequer existia o termo feminismo, e sofre com pais superprotetores. Juntas, elas formam um grupo em que aos poucos a sororidade ganha força e muda suas vidas.


Confesso: a série é meio novelão. Sabe como é, drama com momentos de tensão e também de risos (por isso algumas pessoas podem achar que, de início, Las Chicas del Cable não prende tanto – eu discordo, mas entendo). Mas acho que outra fórmula não teria funcionado, sabe? Porquê dessa forma, ela consegue retratar um tempo antigo e ao mesmo tempo ser moderna.


Modernidade aliás, a gente vê na trilha sonora. Eles colocaram música tecno pop pra tocar nas festinhas dos anos 1920. Achei que foi uma jogada arriscada, um negócio meio amo/odeio. Particularmente, achei estranho, mas segui em frente. Pra falar a verdade, a música que mais me pegou de jeito foi a da abertura, chamada Salt (quem canta é a B. Miles).


Fiquei apaixonada pelos cenários, figurinos e interpretações impecáveis. Sabe quando você não consegue imaginar aquela pessoa fora daquela realidade? Isso aconteceu comigo. Quando fui pesquisar pra fazer esse post, fiquei chocada ao ver fotos dos atores na vida real. Só por essa reação já dá pra perceber como eles conseguiram fazer com que o telespectador mergulhasse de cabeça nos dramas da história (até bateu uma vontadinha de cortar o cabelo e vestir aqueles vestidos de paetê).


Las Chicas del Cable é uma série que fica na cabeça. Ela te faz refletir sobre a vida, segundas chances, amizade, amor e feminismo. Te faz avaliar quais são suas prioridades, assim como as chicas são obrigadas a fazer. Também fiquei muito grata por viver no século XXI. Apesar dos pesares, a realidade hoje é bem melhor do que a de antigamente. E por isso eu agradeço às mulheres fortes que começaram a longa jornada de quebrar padrões sociais preestabelecidos. 
Sério, corre lá na Netflix assistir Las Chicas del Cable. Logo, logo você vai ficar tão ansiosa quanto eu pela segunda parte/temporada.


Informação extra: os caras são muito gatos. Empoderamento feminino E colírios. Isso sim é série. Obrigada, de nada.


Beijos,

            Duane.
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